11 de Setembro: perguntas ainda sem resposta

Você sabia?

"Crê nos que buscam a verdade. Duvida dos que a encontraram."
(André Gide)

No início da minha vida adulta, não havia internet. Estar "bem informado" sobre o que acontecia no mundo era relativamente fácil, mera questão de acompanhar a meia-dúzia de veículos a que tínhamos acesso. Não havia motivo para duvidar deles, pois em geral se endossavam mutuamente, pelo menos nas narrativas fundamentais, e apresentavam uma versão consistente dos fatos – a versão "oficial".

Então veio a internet. As fontes se multiplicaram ao infinito e, para quem se dispõe a navegar no mar aberto das redes, a tarefa de montar uma imagem mental mais ou menos coerente do mundo ficou mais complicada. Com frequência, as versões não só divergem como são antagônicas. Apesar de hoje termos mais informação, a sensação é de sabermos menos, porque a percepção da credibilidade de cada fonte diminuiu na mesma proporção.

Alguns veículos com décadas de história, que antes vendiam análises pretensamente definitivas e "indispensáveis" da realidade, hoje mal conseguem ser levadas a sério, enquanto um indivíduo anônimo com um simples celular na mão, estando na hora e local certos, pode captar e transmitir mais verdades do que uma grande empresa com equipamentos sofisticados, fins lucrativos, patrocinadores, fontes privilegiadas e relações promíscuas com o poder.

Então esta imagem mental, que antes vinha pronta e acabada (ou pelo menos era esta a sensação), hoje precisa ser montada como um quebra-cabeça de muitas peças, e sem garantia de conclusão. Eu prefiro esta certeza de que nada é certo, mas alguns (talvez a maioria) não querem ou não podem se aventurar para além das baías seguras e confortáveis da velha meia-dúzia de fontes, que ainda mantêm sua hegemonia. Estes talvez riam de certas "teorias conspiratórias", como eu mesmo ria não muito tempo atrás.

Mas é difícil desqualificar como maluquice os argumentos deste grupo de engenheiros e arquitetos que questionam a explicação oficial para o desabamento da terceira torre do WTC em 11 de setembro de 2001. Pois é, você sabia que uma terceira torre caiu naquele dia? A chamada Torre 7 tinha 47 pavimentos, ou seja, embora pequena em comparação com as Torres Gêmeas, era um senhor edifício, mais alto do que o Edifício Itália em São Paulo.

Nela, nenhum avião colidiu; a torre teria desabado por causa de incêndios de móveis e equipamentos. Além de ter sido o primeiro prédio com estrutura metálica a desabar por causa de um incêndio, é incrível a forma como ele caiu: a aceleração e a direção do movimento, medidas por meio de vídeos do desabamento, mostram que o prédio desceu em queda livre, isto é, ele veio abaixo sem nenhuma resistência e numa trajetória vertical, como se tivesse sido preparado para uma demolição controlada.

Pode ser complicado encontrar um motivo plausível para alguém que não o gênio do mal Osama Bin Laden ter planejado um atentado com tantas consequências trágicas (o 'agente secreto' Mbs Jnr, exímio navegante dos mares internéticos, chega a algumas hipóteses interessantes). Mas esqueça por um momento os motivos e se atenha aos fatos e evidências: a justificativa oficial para a queda da Torre 7 é refutável por princípios elementares de física, e é isto que está tentando mostrar o grupo de técnicos do Rethink911.

E se a Torre 7 não caiu como foi dito, então muitas outras coisas estão precisando de melhor explicação. Começando pela própria queda das Torres Gêmeas e o ataque ao Pentágono, também envolto em dúvidas, até chegar às guerras do Afeganistão e Iraque.

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