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UTFPR lança pós-graduação em tecnologias digitais para arquitetura e construção

A Universidade Tecnológica Federal do Paraná – UTFPR – oferece, em 2018, o curso de especialização em Engenharia Digital e Tecnologia BIM em seus campus de Curitiba e Apucarana, no Paraná.

O curso foi estruturado para atender a demandas recentes de arquitetos e engenheiros que buscam inovar e otimizar os processos de projeto e construção por meio da aplicação de novas tecnologias digitais.

Minha experiência no Round N Around Design Lab

Eu não poderia imaginar o que estava para acontecer quando, navegando despretensiosamente pelo Facebook, esbarrei num convite para um projeto colaborativo de fomento à mobilidade por bicicleta em São Paulo por meio da aplicação de técnicas de “design persuasivo” e “urbanismo tático” – coisas que eu não sabia exatamente o que significavam, mas os nomes eram ótimos!

O projeto Round N Around, liderado por pesquisadores do Citizen Data Lab, da Universidade de Ciências aplicadas de Amsterdã, em parceria com o Inovalab, da USP, buscava voluntários para propor maneiras de incentivar o uso da bicicleta em São Paulo usando tecnologias digitais, visualização de dados, redes sociais, internet das coisas etc. Eram apenas 20 vagas e as inscrições já estavam se encerrando, mas com essa descrição eu não tinha como não responder, ainda que minhas chances de ser selecionado fossem baixas.

Dos males, os menores

Em um subsolo de estacionamento, dois motoristas consumiam suas já baixas provisões de paciência rodando em busca de uma vaga livre para estacionar, até que a encontraram, ao mesmo tempo, a mesma vaga. Um veio pela direita, outro pela esquerda, quase colidiram, ninguém conseguiu estacionar, mas avançaram o suficiente para impedir o outro de entrar.

Papai Noel por acaso

Pelo terceiro ano consecutivo, os ciclistas do Instituto Cicloativo, liderado pelo André Pasqualini, receberam doações de bicicletas encostadas e as reformaram para doá-las a crianças pobres.

Este ano, foram “apenas” 70 bicicletas, depois das 100 do primeiro ano e das 250 do segundo. Não por falta de doações, mas por falta de mais braços para reformá-las e recolocá-las em condições de uso.

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